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Ao Volante: Onix traz jovialidade à linha nacional da Chevrolet
Hatch traz equipamentos interessantes à categoria. Dirigibilidade é muito agradável, mas desempenho não é destaque nas versões equipadas com motor 1.0, que tem concepção simplória
O Onix é uma peça chave para o futuro da Chevrolet no Brasil. Pudera, pois os automóveis com motor 1.0 abocanham cerca de 50% do mercado nacional e os lançamentos da categoria sempre vêm cercados por muitas expectativas, tamanha a importância para a estratégia comercial de seus fabricantes. Os números de vendas mostram que a marca de origem norte-americana tem motivos para comemorar: seis meses após chegar às lojas, o Onix já ocupa a sexta colocação geral no ranking de emplacamentos formulado pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Após nosso período de convivência, concluímos que o bom desempenho do hatch não ocorre por acaso. A novidade traz equipamentos inéditos no segmento, como sistema multimídia, airbags frontais e freios ABS em todas as versões, além de preços competitivos e boa dirigibilidade. Porém, ainda deixa a desejar em alguns aspectos, sendo que o maior tropeço é o motor de concepção datada.
Ao volante: Volkswagen Gol 1.6 I-Motion é tradicional no mercado e na mecânica
Transmissão automatizada contrasta negativamente com o conjunto, que revela bom acerto entre motor, suspensão e direção; pacote Trend também poderia ser mais amplo
Dirigir um Gol é uma experiência que normalmente não costuma revelar surpresas. Presente no mercado brasileiro desde 1980 e detentor do título de automóvel mais vendido há quase duas décadas, ele é mais do que conhecido por jornalistas e pelo público, apesar de já ter passado por várias mudanças de projeto. A versão Trend I-Motion que avaliamos, contudo, quebrou o clima de cumplicidade por causa do câmbio automatizado: apesar de poupar o pé esquerdo, o sistema se mostrou desconfortável. É pena, pois no mais, o conjunto mecânico do hatch apresentou comportamento acertado.
Chevrolet Onix: Considerações sobre o interior
Sempre que faço um post sobre o interior de algum modelo de entrada que passa pela avaliação do Autos Segredos, fico com a impressão de que estou sendo repetitivo. De modo geral, há mais críticas que elogios, sobretudo no que diz respeito ao acabamento. Com o Onix, contudo, a situação fica um pouco melhor. Não que tudo sejam flores, pelo contrário: o hatch da Chevrolet também tem pontos a melhorar. Mas, de modo geral, a impressão é de que ele está um pouco acima da média do segmento no que diz respeito ao habitáculo.
Autos Segredos avalia o Chevrolet Onix
Não é de hoje que nós queríamos testar o Onix. Agora, enfim a Chevrolet disponibilizou uma unidade para o Autos Segredos. O modelo é um LT equipado com o sistema multimídia My Link. O motor é o 1.0 SPE/4, capaz de render 78/80 cv de potência a 6.400 rpm e 9,5/9,8 kgfm de torque a 5.200 rpm, com gasolina e etanol, na ordem.
Gol I-Motion: Comportamento do câmbio automatizado
No último post sobre o Gol I-Motion, mencionamos os trancos decorrentes do funcionamento do câmbio automatizado (veja aqui). Agora, vamos nos aprofundar um pouco mais na transmissão, que é o diferencial da unidade cedida pela Volkswagen para o nosso teste.
Ao Volante: Toyota Etios Sedã é mais generoso com espaço que com conteúdo
Versão três volumes se comporta como o irmão hatch: mescla acertos, como interior amplo e dirigibilidade agradável, com erros, como poucos equipamentos e construção simplória
Quando avaliamos o Etios hatch XS 1.3, em janeiro, dissemos que ele é um carro de contrastes: apesar de ter apresentado qualidades importantes, como boa dirigibilidade e mecânica tecnologicamente avançada dentro do segmento em que está inserido, deixou a desejar em vários quesitos, principalmente pela baixa oferta de equipamentos e pela construção simplória. Agora, durante o teste com o sedã, dotado de motor 1.5, o veredicto é exatamente o mesmo. Ele tem 292 litros adicionais no porta-malas e 9 cm a mais na distância entre-eixos em relação ao irmão menor, além de ter alguns itens de série a mais, pois dessa vez a unidade cedida pelo fabricante é a top de linha XLS, mas a grosso modo repetiu os mesmos pontos positivos e negativos que já havíamos constatado. Diante de um resultado tão parecido entre as duas opções de carroceria, repetimos a máxima publicada durante o teste do modelo dois volumes: fica a sensação que a Toyota fez a parte mais difícil e ignorou a mais fácil, ao caprichar na engenharia e menosprezar o design e os mimos aos ocupantes.
Volkswagen Gol 1.6 I-Motion: Comportamento na cidade
Autos Segredos avalia Gol 1.6 I-Motion
O Volkswagen Gol é o mais novo veículo a passar pela avaliação do Autos Segredos. O hatch cedido para os nossos testes é um Trend com carroceria duas portas, equipado com câmbio automatizado I-Motion. O motor é o já conhecido 1.6, que gera 101/104 cv de potência a 5.250 rpm e 15,4/15,6 kgfm de torque a 2.500 rpm, com gasolina e etanol, na ordem.
Toyota Etios passa pela avaliação do Autos Segredos
Ao Volante: Nissan March SR é rápido, mas tem alma pacata
Apesar de ser mais um esportivo de aparência, modelo até consegue entregar desempenho nervoso. Porém, acerto do conjunto mecânico pede condução tranquila
Quando um fabricante decide criar uma versão esportiva de determinado automóvel, tem que escolher entre dois caminhos: ou prioriza a performance ou o preço. Quando decide pela primeira possibilidade, o resultado consiste em veículos com mecânica sofisticada, mas inacessíveis à maioria dos consumidores, que não têm condições de compra-los. Se a opção for pelos números de mercado, nascem os chamados “esportivados”, que têm apenas o visual diferenciado em relação ao restante da linha, porém com valores de tabela mais convidativos. Alguns deles, apesar de utilizarem propulsores convencionais, até conseguem oferecer um bom compromisso entre desempenho, dirigibilidade e custo, como ocorria com os finados Ka Sport, Polo GT e Strada Sporting. Poderia ser o caso também do Nissan March SR, mas o compacto de origem nipônica bate na trave. Ele proporciona acelerações e retomadas até surpreendentes, mas fica devendo uma calibragem própria, mais rígida, para suspensão e direção.








