A Fiat percebeu que não seria uma boa ideia colocar o motor E.torQ 1.8 16V no Siena Sporting. Pois, caso contrário o seu sedã compacto teria o mesmo motor de seu sedã médio. Já que nos próximos dias o Linea chega na linha 2011 com o propulsor 1.8 16V. Por isso o fabricante optou por montar o Siena Sporting com o propulsor 1.6 16V E.torQ. O modelo já é estocado em Betim e deve chegar as revendas nos próximas dias. O sedã ainda contará com a opção dualogic conforme pode ser observado na foto acima. Já a Strada Sporting será equipada com o propulsor 1.8 16V.
Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Até mesmo que não acompanha sempre as informações sobre a indústria automotiva brasileira já deve ter escutado que a Toyota já constrói uma nova fábrica no Brasil na cidade paulista de Sorocaba. Na nova unidade a marca irá produzir o hatch compacto Etios apresentado em janeiro, no Salão Nova Déli, na Índia.
As obras para a nova fábrica já começaram e com isso o desenvolvimento do modelo nacional também. Por enquanto os testes são realizados na Índia e no Japão, sendo que alguns funcionários da planta de Indaiatuba (SP) já foram para o Japão para se familiarizar com o modelo. O Etios deve seguir as linhas do conceito como comprova o desenho registrado no Brasil. Pelas patentes tanto o visual externo e quanto o interno seguirão a identidade visual do modelo do salão.
No Brasil o modelo deverá ser lançado no segundo semestre de 2011. De acordo com a revista Quatro Rodas o Etios terá no Brasil com um motor 1.0 flex de 68CV com bloco de alumínio, duplo comando de válvulas, variado de fase VVT-i e apenas três cilindros. è provável que o modelo tenha também a opção de propulsor 1.6. Vale lembrar que a Honda não quer deixar a Toyota reinar sozinha entre as japonesas no segmento de entrada. Sendo que o fabricante já trabalha no desenvolvimento de um hatch compacto baseado no conceito New Small Concept (NSC) que também foi apresentado na mostra indiana. O desenvolvimento do hatch compacto da Honda foi antecipado pelo Autos Segredos em julho (veja aqui).
Foto Reprodução INPI
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De acordo com o site australiano Go Auto a Chevrolet retoma em novembro as exportações do Omega. O modelo voltará a princípio com a série especial batizada de Fittipaldi (veja aqui). O lote inicial é composto por 600 unidades destinadas ao Brasil.
Apenas um motor será oferecido inicialmente – uma variação de 3.6 litros SIDI (Spark Ignition Direct Injection) V6 – com a capacidade de executar até 25 por cento de etanol (E25) que será equipado com o mesmo câmbio automático de seis velocidades que já equipa o Malibu , a Captiva V6 e que em outubro passará a equipar a Captiva 2.4 Ecotec (veja aqui).
Para o diretor geral de vendas e Markenting da GM Brasil Ronaldo Znidarsis a volta a volta da importação da Austrália é um retorno importante para a marca Chevrolet no Brasil.
“O Omega tem uma grande tradição no Brasil que datam de quando era produzido pela Chevrolet até hoje”, disse ele. “Ela representa o luxo, sofisticação e desempenho e é uma placa muito importante para a marca Chevrolet no Brasil, disse Znidasis.”
Agradeço ao leitor Lindeberg de Menezes Jr. que nos informou sobre a notícia no site australiano.
Fotos Chevrolet/Divulgação
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A Nissan está fazendo de tudo para mostrar que irá lançar o hatch March no Brasil. A engenharia do fabricante circula com duas unidades de cor laranja e azul pelas capitais do Brasil, os dois protótipos foram flagrados em Florianópolis, Curitiba, São Paulo e na última sexta-feira (27/8) as duas unidades foram avistadas na minha cidade (leia-se Belo Horizonte). Pena que não passaram na minha frente, até cheguei a circular nos locais onde foram vistos, mas, infelizmente eu não os vi, pois meus olhos estavam voltados para a captura do Fiat Bravo zebrado. A tática da Nissan é despertar a curiosidade dos possíveis compradores de modelos da categoria.
O modelo já é fabricado no México na mesma planta na qual já saem Tiida nas carrocerias hatch e sedan, além do Sentra. Por enquanto somente o hatch está em testes no Brasil e as unidades destinadas ao mercado nacional usarão um motor 1.6 16V Flex com comando de válvulas variável e será inédito no país, já que não é um propulsor compartilhado com a Renault.
O March tem linhas modernas e simples, sendo que na dianteira os faróis, grade, capô e para-choque formam um conjunto harmonioso. As laterais tem desenho arredondado. Já a traseira tem um desenho mais simplificado, ou seja, simples e sem grande destaque visual. A carroceria tem 3,78 metros de comprimento, ficando longe de rivais como Fiat Punto (4,03 m), mas próximo de VW Gol (3,83 m) ou o Renault Clio, com a mesma medida.
Foto Nissan/Divulgação
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Apesar de já estar em produção, a Fiat ainda circula com a Strada Sporting e seus pilotos de testes ainda se estressam com os fotógrafos de plantão. Os dois condutores da unidade do flagra, não ficaram muito satisfeitos ao me verem fotografando o protótipo, mas, quem mandou estacionar o modelo no mesmo caminho que passo para ir ao trabalho todos os dias. O modelo deverá ser apresentado nos próximos dias juntamente com o Siena Sporting. A picape usará o motor 1.8 16V E.torQ que rende 130CV com gasolina e 132CV (etanol). As principais mudanças são os adereços esportivos nas laterais e para-choques. A Strada Sporting foi adiantada pelo Autos Segredos no ano passado (veja aqui , aqui e aqui). Na época algumas unidades foram montadas com motores 1.4 Fire e depois com o o motor 1.8 Powertrain, mas, agora finalmente o modelo chegará com o novo motor 1.8 16V E.torQ.
Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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O Fiat Punto desde que chegou ao mercado nacional em 2007 é considerado um belo carro com seu design, mas, lhe faltava motor. Agora três anos depois, a Fiat passa a equipar o modelo com os modernos motores E.torQ. Confira abaixo a avaliação técnica da versão 1.6 16V Essence.
Daniel Ribeiro Filho (*)
Especial para o Autos Segredos
VÃO DO MOTOR O layout do vão está benfeito, com aspecto organizado, e os itens de verificação permanente são fácil manuseio e identificação, além de um resultado em insonorização razoável em relação ao habitáculo. O motor é compacto pela cilindrada e configuração do cabeçote 16V, e está bem centralizado no vão. O acesso à manutenção é bom. O capô tem bom ângulo de abertura. POSITIVO
CLIMATIZAÇÃO É por comando manual, com bom funcionamento e vazão pelos difusores de ar do painel. O tempo gasto para climatizar todo o habitáculo com sensação de conforto, depois de meia hora trancado ao sol, foi satisfatório. O sistema está bem vedado. A rumorosidade de funcionamento é aceitável. Este novo motor suporta bem a utilização do ar-condicionado, com pouca perda de rendimento. POSITIVO
FREIOS O pedal de freio tem boa sensibilidade e o de estacionamento atuou normal. Os conjuntos dianteiro e traseiro estão bem dimensionados e calibrados com ABS eficiente. As suas reações são bem balanceadas nos dois eixos e em frenagem de emergência (asfalto seco e terra) apresentou uma boa desaceleração com manutenção da trajetória imposta e espaço percorrido até a imobilização coerente com a velocidade e tipo de solo. POSITIVO
MOTOR É um projeto moderno e atual, com novas soluções de engenharia na construção e praticidade na manutenção. Surpreende o rendimento para a cilindrada. A sua curva (torque/potência x rpm) proporciona uma condução prazerosa tanto na cidade quando em rodovias com poucos aclives. Apresenta pouco ruído de funcionamento e boa elasticidade. Na estrada é rápido e consegue manter uma boa velocidade de cruzeiro, mesmo com algumas subidas em que se deve trabalhar bem com a 4ª e 5ª marchas. Está previsto consumo de óleo motor de até 500ml a cada mil quilômetros rodados. O sistema flex funcionou bem. POSITIVO
VEDAÇÃO Boa contra água e poeira. POSITIVO
SUSPENSÃO É um automóvel extremamente estável e neutro, com ótima precisão em curvas de raios variados e inclinação contida da carroceria. Proporciona uma dirigibilidade prazerosa e segura e numa condução bem esportiva é difícil encontrar o limite de aderência lateral, em que é muito veloz em curvas. O conforto de marcha é bom, mas não tem o excelente acerto quando equipado com pneus da série 60 e aro 15. POSITIVO
ESTEPE/MACACO O estepe, que tem a roda em liga leve e o pneu igual aos de uso, está instalado dentro do porta-malas. A operação de troca é normal. POSITIVO
LIMPADOR DE PARA-BRISA O sistema tem sensor de chuva. As palhetas do limpador dianteiro têm projeto bem diferenciado do usual e tem aleta incorporada para aumentar a pressão aerodinâmica contra o para-brisa. Apresentaram boa qualidade funcionamento e varrem uma área satisfatória. Ao esguichar seis jatos de boa vazão, o sistema de limpeza atua automaticamente. No vidro traseiro o conjunto é também eficiente e é fácil o acesso e a identificação do reservatório d’água dentro do vão do motor. POSITIVO
ALARME Tem chave de ignição codificada com imobilizador do motor e tem inseridas na mesma teclas de travar e destravar as portas. Ao dar comando para travar as portas e mantendo a tecla pressionada os vidros sobem automaticamente e o sistema antiesmagamento funcionou bem. O veículo em prova estava equipado (acessórios Fiat) com proteção volumétrica dentro do habitáculo e perimétrica das partes móveis. POSITIVO
ALTURA DO SOLO Não tem, de série, chapa protetora em aço para o cárter e caixa de câmbio. Com carga máxima, ocorreram leves raspadas na base inferior do para-choque dianteiro e zona central do chassi ao trafegar em estrada de terra com imperfeições, saídas de garagem em desnível e transpor quebra-molas salientes e curtos. REGULAR
CÂMBIO Apresentou eventual falta de precisão e maciez principalmente nas trocas e reduções rápidas, numa condução esportiva. O pomo tem boa pega e o curso da alavanca é um pouco longo. As relações de marchas/ diferencial atendem razoavelmente à curva do motor e peso do veículo. As trocas são poucas para um motor com quatro válvulas por cilindro e as retomadas de velocidade na reta plana e em pequenos aclives foi boa nas várias situações avaliadas, em 3ª marcha a 40km/h e 60km/h, 4ª marcha a 60/80/100km/h, e em 5ª a 80/120km/h, todas a partir de 2.000rpm, mesmo com ar-condicionado ligado. Na estrada, em 5ª marca a 110km/h, o motor gira a 3.100rpm e a 160km/h na rotação de torque máximo 4.500rpm). REGULAR
NÍVEL INTERNO DE RUÍDOS Apresentou nível baixo de ruídos no habitáculo, mesmo quando sobre piso de paralelepípedo, terra irregular e asfalto ruim. O efeito aerodinâmico inicia a 100km/h e é crescente com a velocidade e aumenta em alta velocidade. REGULAR
DIREÇÃO A coluna de direção tem ajuste em altura e distância com bom curso. A assistência hidráulica tem cargas muito bem definidas para o uso na cidade e na estrada. O diâmetro de giro com 10,9m é limitado em manobras apertadas de garagem e estacionamento, mas a velocidade do efeito retorno satisfaz. A precisão na reta e em curvas é muito boa e o conjunto apresentou baixa rumorosidade em curvas sobre paralelepípedo e terra batida com algumas imperfeições. REGULAR
ILUMINAÇÃO Há sensor crepuscular. Os faróis têm construção com parábola simples, e são eficientes no baixo e no alto, mas não há regulagem elétrica em altura em função da carga transportada. Tem auxílio de faróis de neblina embutido no para-choque. Há luz de cortesia no porta-malas e no porta-luvas, e na zona do teto tem uma lanterna integrada com dois spots fixos junto ao retrovisor com resultado razoável em iluminação. O quadro de instrumentos, o console central e os comandos elétricos dos painéis de porta têm boa identificação noturna. REGULAR
ACABAMENTO DA CARROCERIA As quatro portas estão desniveladas em relação à carroceria. A qualidade final da pintura não é boa, pois contém alguns pontos com impurezas, escorrimento de tinta e chapa malpreparada. As portas não têm friso protetor. O capô está descentralizado, e a tampa traseira, desalinhada/descentralizada. NEGATIVO
VOLUME DO PORTA-MALAS O volume declarado pela fábrica é de 280 litros. O encontrado com o banco traseiro na posição normal e a tampa do bagagito fechada foi de 256 litros, prejudicado pelo triangulo de segurança e a cobertura acarpetada com perfil bem irregular do assoalho.
(*) O autor do texto é engenheiro formado pela PUC Minas. Para contatos danielribeirofilho@hotmail.com.
Fotos Fiat/Divulgação
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O Fiat Bravo terá sua produção iniciada em setembro quando as unidades destinadas a frota de apresentação do fabricante. As vendas devem começar em outubro. O modelo que está em testes desde 2008 finalmente chegará ao mercado nacional. O Bravo nacional será comercializado nas versões Dynamic e Sporting, equipadas com motor E.torQ 1.8 16V, câmbio manual e o Dualogic. A outra versão será T-Jet com o motor 1.4 16V Turbo e câmbio de seis marchas. O motor Fire turbo fica no mercado até junho de 2014, quando também será substituído pelo 1.6 E.torQ Multiair Flex Turbo. As fotos que ilustram o post são de autoria do leitor Adriano Mattos que flagrou os protótipos zebrados no interior de Minas. Agradeço ao Adriano pelo belo flagra, quem quiser colaborar com Autos Segredos é só entrar em contato pelo e-mail marlos.vidal@gmail.com.
Fotos Adriano Mattos/Especial para o Autos Segredos
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Chevrolet Captiva com motorização 2.4 terá novo câmbio no Brasil
Posted on 26. ago, 2010 by Marlos.
Logo depois do Salão do Automóvel de São Paulo a Chevrolet irá trocar o câmbio da Captiva 2.4. O modelo irá receber a transmissão de seis velocidades da irmã V6. Esse câmbio é o mesmo que equipa o Malibu e que estará disponível também no novo Omega que deve voltar a ser importado em breve.
CRUZE O sedã chegará ainda este ano ao mercado argentino, já que o modelo comercializado por lá exige menos adaptações do que será comercializado no Brasil. O Cruze será montado em regime CKD na fábrica de São Caetano do Sul (SP) nas opções hatch e sedã conforme adiantado pelo Autos Segredos (veja aqui). Existe ainda uma chance do Cruze dar as caras no Salão do Automóvel de São Paulo.
Fotos Marlos Ney Vidal/Autos Segredos (Captiva) e Chevrolet/Divulgação (Cruze)
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A Fiat continua com os testes da versão esportiva do novo Uno. A novidade em relação a versão Sporting é que na semana passada a engenharia do fabricante montou protótipos com a carroceria de duas portas. O modelo deverá ser apresentado até o Salão do Automóvel de São Paulo que abre as portas em outubro.
As principais alterações serão os spoliers laterais, saias nos para-choques dianteiros e traseiros, aerofólio na tampa traseira. As lanternas serão fumês e os faróis terão máscara negra. No interior apenas novos grafismos no painel e revestimentos dos bancos com tecidos diferenciados.
MOTOR Na motorização o motor 1.4 Fire deverá ser mesmo o de oito válvulas. Porém, acredito que a potência poderá ser revista. Na apresentação que a Fiat fez para um pequeno grupo de jornalistas na fábrica em Betim, dos quais eu fazia parte. O diretor de Engenharia de Produto da FPT Mercosul,João Irineu Medeiros, deixou claro que o 1.4 poderia ter mais potência, mas, como a prioridade deles era a economia e o baixo nível de emissões de poluentes, optou-se pela potência atual. Mas, com o apelo esportivo do Sporting o fabricante poderá recalibrar o motor 1.4 EVO para que ele tenha mais potência.
Foto Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
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Chevrolet aumentará o lote de Camaros que serão vendidos no Brasil
Posted on 24. ago, 2010 by Marlos.
Depois de confirmar a venda do Chevrolet Camaro no Brasil, o fabricante agora terá que rever sua posição referente ao número de unidades do modelo que serão comercializadas no mercado nacional. A princípio a marca iria vender somente 500 unidades até o fim do ano, porém, a rede de concessionários quer um número maior.
Por isso, o lote de Camaros para o Brasil deve aumentar, chegando bem perto do limite do volume que exige o teste de emissões de poluentes que permite a comercialização de até 1.000 unidades. Acima deste volume a CETESB exige a realização dos testes em 4% dos modelos que a serem vendidos e marca que evitar isto.
Entretanto vale ressaltar que o problema não é o motor passar pelos testes, já que o veículo, para ser vendido precisa ser homologado (mesmo no caso de importação independente) e o Camaro está com certeza dentro dos limites permitidos. O problema é ter que testar 4% do volume, no caso 4% de 1000 modelos seriam 40 unidades, o que irá gerar um custo para a empresa que não vale o investimento. Portanto, a questão é de custo e não de atender ou não o limite de emissões.
Foto Marlos Ney Vidal/Autos Segredos
(*) Texto alterado às ooh20.



















